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Jun 09

 

Câmara Municipal de Barcelos
Largo do Município
4750-323 Barcelos
 
 
Andreia Sofia Rego Santos
Vila Cova de Baixo, Vila Cova
4750-798 Vila Cova BCL
 
 
Vila Cova, 5 de Junho de 2009
 
 
Exmo. Sr.
Presidente da Câmara Municipal de Barcelos
 
Venho por este meio propor uma campanha promotora do ambiente.
A intenção era apelar para a poluição que fazemos, teria de ser uma campanha que chamasse a atenção das pessoas.
A minha ideia era utilizarmos uma frase simples e usarmos uma fotografia do nosso planeta à uns anos atrás e como estará daqui a alguns anos, julgo que seria o suficiente para alertar os cidadãos.
Contudo teríamos de espalhar as imagens por todas as freguesias do concelho.
Penso que só desta forma as pessoas pensariam mais sobre o assunto.
Espero que reflicta sobre isto e me respondesse, se achar necessário, pois estou disposta a ajudar no que for preciso, o mais breve possível.
 
Agradeço desde já a atenção dispensada.
 
 
Com os melhores Cumprimentos,
Andreia Santos.
publicado por andreiasofias7 às 21:12

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publicado por andreiasofias7 às 18:23

 

      Era um dia de Verão como os outros, estava um sol maravilhoso e escaldante. Os alunos estavam a chegar à escola. Tinham passado já alguns minutos do toque de entrada e os professores dirigiam-se agora para as salas.
                Entraram na sala e ficaram surpresos com o que tinham à sua frente. A sala estava cheia de flores coloridas com mensagens positivas, o caso foi comunicado ao Presidente do Conselho Executivo e pediu às funcionárias da escola para limparem tudo.
                No dia seguinte as salas estavam outra vez cheias de flores, mas o mais esquisito foi que o alarme da escola não tocou e deveria ter tocado, porque as flores não iam para ali sozinhas.
                O Presidente viu-se obrigado a chamar um detective, por sinal muito bom, para investigar o caso. As aulas foram suspensas, mas as flores não eram o único mistério. Desde aquele primeiro dia que as flores apareceram os alunos andavam mais entusiasmados, tanto que quando foi anunciada a suspensão das aulas, ficaram todos desgostosos.
                O detective andou durante uma semana a investigar, mas não encontrou a origem do problema, no entanto limitou-se a ir ter com o Presidente e a dizer:
                - Não encontrei uma explicação para as flores, mas julgo tratar-se de um feitiço que tenha sido lançado à escola para que fica-se mais alegre e os alunos mais entusiasmados.
                 O Presidente achou que aquela explicação era um absurdo mas de facto a escola tinha um ar alegre e os alunos estavam bastante entusiasmados.
publicado por andreiasofias7 às 17:41

 

Era noite, eu vagueava por aquela cidade maravilhosa, toda iluminada, contudo estava agora a passar por uma rua nua e escura, sem ninguém. Parei. Ouvi algo. Voltei-me para traz um pouco assustada, uma figura estranha aproximava-se de mim. Escondi-me, mas ela veio ao meu encontro, tocou-me e disse:
- Olá! Vim ver como era a Terra.
Foi então que fiquei apavorada. Se aquela figura não do nosso planeta, era de qual?
- Vieste ver a como era a Terra!? Não vives aqui?
- Não. Sou de Marte, mas não te assustes, não te vou fazer mal. Ah! E já agora és muito simpática.
Os meus músculos começavam agora a descontrair, e o medo a ir embora. O marciano parecia simpático e de qualquer maneira com a minha ajuda ela poderia conhecer melhor a Terra e eu ficar a saber algumas coisas sobre Marte.
Ficamos ali, naquela rua, a falar a noite toda. Ele perguntava-me quantos anos é que vivem os terrestres, o que comem, o que vestem, como se deslocam para onde querem, o que fazem para passar o tempo e muitas mais coisas e eu tentava responder-lhe a tudo.
Quanto a mim, fazia-lhe praticamente as mesmas perguntas. Fiquei fascinado com a resposta à pergunta quantos anos é que vivem e como é que se deslocam para onde querem. Para meu espanto o marciano à primeira questão respondeu no máximo mil anos e à segunda respondeu em cima de discos voadores ou carros flutuantes.
Aquilo era sem dúvida incrível. Também descobri que ele tinha 300 anos.
A conversa estava a ser muito boa, mas ele tinha de regressar a Marte. Eu prometi-lhe estudar para um dia poder ir visitá-lo.
publicado por andreiasofias7 às 17:36

Este é um dia calorento de Verão, viajava no comboio já a algumas horas. Estávamos agora parados. Uma rapariga aparentemente cega senta-se junto de mim. O comboio volta a entrar em movimento.

- Para onde vais? – perguntou ela.

- Algarve…

- Sozinha?

- Sim, os meus pais, por incrível que pareça, deixaram-me vir. E tu?

- Também. Adoro os ares de lá. Fazem-me muito bem.

Por momentos ficamos sem assunto e a conversa suspendida, mas no entanto ela não desiste a faz mais uma questão: Então, qual é o teu nome?

- Sónia, e o teu?

- Filipa - respondeu, ela muito amável.

A conversa parou mais uma vez. Tinha já passado bastante tempo desde que a Filipa se tinha sentado ao meu lado. Foi então que se sentiu à vontade para contar uma das passagens, talvez, marcantes da sua vida:

- Há cerca de dois anos, por esta altura, eu esta a fazer o mesmo trajecto que estou agora. Estava à espera de ganhar coragem novamente para o fazer. Ia do lado da janela a apreciar a paisagem. Era bela. Campos verdes, com relva húmida…

Enquanto ela contava aquela história que parecia ser interessante eu olhava para a janela. Achava curioso como é que ela poderia estar a apreciar a paisagem se era cega. A verdade é que à medida que ela contava as coisas lá fora, tudo coincidia.

- Os campos eram todos floridos e havia uma árvore com grande porte. Tudo era magnífico, mas de repente olhei com mais atenção e vi uma espécie de borboletas a voar, parecia mágico.

Eu olhei com mais atenção, e também as vi. Olhei para a Filipa e reparei que a carruagem estava vazia. A Filipa parou de contar a história e estava agora com a vista normal como se não fosse cega. Esfreguei os olhos e voltei a olhar. A Filipa limitou-se a dizer são feiticeira, no meu mundo sou normal, mas no vosso sou cega.

De repente acordei. Tudo não passara de um sonho e eu estava ainda sentada no banco da carruagem do comboio que parava mesmo naquele instante. Tinha chegado ao meu destino…

 

publicado por andreiasofias7 às 17:33

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