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Jun 09

 

      Era um dia de Verão como os outros, estava um sol maravilhoso e escaldante. Os alunos estavam a chegar à escola. Tinham passado já alguns minutos do toque de entrada e os professores dirigiam-se agora para as salas.
                Entraram na sala e ficaram surpresos com o que tinham à sua frente. A sala estava cheia de flores coloridas com mensagens positivas, o caso foi comunicado ao Presidente do Conselho Executivo e pediu às funcionárias da escola para limparem tudo.
                No dia seguinte as salas estavam outra vez cheias de flores, mas o mais esquisito foi que o alarme da escola não tocou e deveria ter tocado, porque as flores não iam para ali sozinhas.
                O Presidente viu-se obrigado a chamar um detective, por sinal muito bom, para investigar o caso. As aulas foram suspensas, mas as flores não eram o único mistério. Desde aquele primeiro dia que as flores apareceram os alunos andavam mais entusiasmados, tanto que quando foi anunciada a suspensão das aulas, ficaram todos desgostosos.
                O detective andou durante uma semana a investigar, mas não encontrou a origem do problema, no entanto limitou-se a ir ter com o Presidente e a dizer:
                - Não encontrei uma explicação para as flores, mas julgo tratar-se de um feitiço que tenha sido lançado à escola para que fica-se mais alegre e os alunos mais entusiasmados.
                 O Presidente achou que aquela explicação era um absurdo mas de facto a escola tinha um ar alegre e os alunos estavam bastante entusiasmados.
publicado por andreiasofias7 às 17:41

 

Era noite, eu vagueava por aquela cidade maravilhosa, toda iluminada, contudo estava agora a passar por uma rua nua e escura, sem ninguém. Parei. Ouvi algo. Voltei-me para traz um pouco assustada, uma figura estranha aproximava-se de mim. Escondi-me, mas ela veio ao meu encontro, tocou-me e disse:
- Olá! Vim ver como era a Terra.
Foi então que fiquei apavorada. Se aquela figura não do nosso planeta, era de qual?
- Vieste ver a como era a Terra!? Não vives aqui?
- Não. Sou de Marte, mas não te assustes, não te vou fazer mal. Ah! E já agora és muito simpática.
Os meus músculos começavam agora a descontrair, e o medo a ir embora. O marciano parecia simpático e de qualquer maneira com a minha ajuda ela poderia conhecer melhor a Terra e eu ficar a saber algumas coisas sobre Marte.
Ficamos ali, naquela rua, a falar a noite toda. Ele perguntava-me quantos anos é que vivem os terrestres, o que comem, o que vestem, como se deslocam para onde querem, o que fazem para passar o tempo e muitas mais coisas e eu tentava responder-lhe a tudo.
Quanto a mim, fazia-lhe praticamente as mesmas perguntas. Fiquei fascinado com a resposta à pergunta quantos anos é que vivem e como é que se deslocam para onde querem. Para meu espanto o marciano à primeira questão respondeu no máximo mil anos e à segunda respondeu em cima de discos voadores ou carros flutuantes.
Aquilo era sem dúvida incrível. Também descobri que ele tinha 300 anos.
A conversa estava a ser muito boa, mas ele tinha de regressar a Marte. Eu prometi-lhe estudar para um dia poder ir visitá-lo.
publicado por andreiasofias7 às 17:36

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